Onde meus pés pisoteiam
Outrem o havia já feito,
E minha imaginação começa a pensar
Quem poderia ser este ignoto outrem.
Seria o padeiro? Ou então o ferreiro?
Ou ambos? Ou então nenhum deles?
Poderia ser talvez o coveiro
Que um dia me verá e somente neste dia
Lúgubre pensará em minha pessoa.
Ou então o bufão real, com suas piadas
E murmúrios que fazem rir os ossos
Da Natureza.
Independente de quem seja este outrem
Meus pés pisoteiam a terra,
Marcada pelas ações destes homens do passado.
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