Olho o pélago fundo e me vejo
De estilhaços e pedaços do ser,
O que quero da morte, em vida não posso ter
Afogo-me na agueira do rio Tejo.
Perco-me no pensar dum mortal
Em meu ser, vem de onde
Este som incerto do teu bonde...
Da tua elevação caio abismal
P’los versos feitos, tão cálidos
Em sua formação sem fonema..
Na tua face há um emblema
Que retira a cor dos semblantes pálidos.
Pensamento enfermo de minha rigidez...
Oiço as canções de todas as flautas
De notas musicais que vêm em maltas..
Tu és a ‘Sofia’ que não sabe o português.
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